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    <video:title>nProt na NF-e: o que é e como funciona o protocolo fiscal</video:title>
    <video:description>Entenda o que é o nProt e por que ele identifica transações fiscais da NF-e.
Veja quando ele aparece, sua estrutura e como é usado pelos Web Services.

Neste vídeo, explicamos o número de protocolo da NF-e, quem pode gerá-lo, em quais eventos ele é utilizado e quais campos compõem sua estrutura. Também destacamos os tipos de autorizador previstos e a atenção necessária sobre a divergência aparente entre a tabela exibida e a soma textual das posições.

Capítulos:
00:00 - O que é o nProt
00:08 - Quem gera o protocolo
00:17 - Transações identificadas
00:29 - Estrutura do nProt
00:42 - Tipos de autorizador
00:51 - Uso pelos Web Services

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#NFe #nProt #SEFAZ #DocumentoFiscal #WebServices

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Transcrição / Narração:
Quando falamos em nProt, estamos falando do número de protocolo que identifica, de forma única, transações fiscais relacionadas à NF-e. Ele funciona como uma referência do resultado de processamento. Esse protocolo pode ser gerado pelo Portal da Secretaria da Fazenda Estadual ou pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Na prática, ele aparece em situações como autorização de uso, denegação de uso, cancelamento da NF-e e inutilização de numeração. A estrutura do nProt é formada por campos: tipo autorizador, código da UF do IBGE, ano e sequencial no ano, cada um com sua quantidade de posições indicada na especificação. O tipo autorizador também tem uma tabela própria: Secretaria de Fazenda Estadual, Receita Federal, SEFAZ Virtual RS e SEFAZ Virtual RFB. Por fim, a ideia central é que a geração seja única e usada pelos Web Services que precisam atribuir protocolo ao resultado do processamento. Atenção à observação do infográfico: há uma divergência aparente entre a tabela exibida e a soma textual das posições.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:publication_date>2026-10-21T09:30:12+00:00</video:publication_date>
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    <video:title>Número do Recibo de Lote NF-e/NFC-e: Estrutura e Campos</video:title>
    <video:description>Entenda como é formado o Número do Recibo de Lote da NF-e e NFC-e.
Veja cada campo da estrutura: UF, tipo de autorizador e sequencial.

Neste vídeo, explicamos a composição do Número do Recibo de Lote gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual quando um lote de NF-e ou NFC-e é entregue. Você vai ver a função do Código da UF, do Tipo de Autorizador e do Sequencial, conforme a estrutura resumida na Tabela 4-7.

Capítulos:
00:00 - O que é
00:10 - Estrutura do número
00:20 - Código da UF
00:30 - Tipo de Autorizador
00:40 - Sequencial
00:50 - Referência da tabela

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#NFe #NFCe #SEFAZ #DocumentoFiscal

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Transcrição / Narração:
Quando um lote de NF-e ou NFC-e é entregue ao Portal da Secretaria de Fazenda Estadual, o portal gera um Número do Recibo de Lote. Esse número funciona como uma identificação do recebimento do lote. A estrutura dele é formada por três partes. A primeira é o Código da UF, com 02 posições, que identifica a unidade federada onde o lote foi entregue, usando a codificação do IBGE, com referência indicada à Tabela 8-1. A segunda parte é o Tipo de Autorizador, com 01 posição. Nessa posição, os valores 0 ou 1 indicam SEFAZ normal; o valor 2 indica Contingência SCAN-RFB; o valor 3 indica SEFAZ VIRTUAL-RS; e o valor 4 indica SEFAZ VIRTUAL-RFB. Por fim, vem o Sequencial, com 12 posições numéricas sequenciais. Em resumo: a Tabela 4-7 organiza esses três campos, seus tamanhos e suas descrições: Código da UF, Tipo Autorizador e Sequencial.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:publication_date>2026-10-20T09:30:39+00:00</video:publication_date>
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    <video:title>Fila de Mensagens na NF-e: Processamento Assíncrono e Resposta</video:title>
    <video:description>Entenda como a NF-e usa fila de mensagens para processar solicitações de forma assíncrona.
Veja como entrada, processamento e resultado funcionam até a resposta final.

Neste vídeo, explicamos o fluxo de uma solicitação de serviço da NF-e quando ela entra em uma fila de mensagens, quais informações cada item carrega, como ocorre o processamento por ordem de chegada e como o resultado é registrado na fila de saída em XML.

Capítulos:
00:00 - 1. Solicitação entra na fila
00:10 - 2. Estrutura de cada item
00:24 - 3. Processamento em ordem de chegada
00:35 - 4. Resultado na fila de saída
00:48 - 5. Tempo médio de resposta e transparência

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#NFe #XML #ProcessamentoAssincrono #Mensageria #TecnologiaFiscal

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Transcrição / Narração:
Neste fluxo, a solicitação de serviço da NF-e não é tratada como uma resposta imediata, ponto a ponto. Ela entra em uma fila de mensagens, que permite o processamento assíncrono. Cada item dessa fila carrega duas partes importantes. A primeira é a área de controle, com informações como o CNPJ do transmissor, o recibo de entrega e a data e hora de recebimento. A segunda é a área da mensagem, onde ficam o XML de cabeçalho e o XML de dados. A aplicação da NF-e retira as mensagens da fila de entrada conforme a ordem de chegada, processa a solicitação e registra o resultado em uma fila de saída. Essa fila de saída mantém a mesma estrutura, mas o detalhe da mensagem passa a trazer o resultado do processamento em XML. O tempo médio de resposta é medido entre o recebimento da mensagem e o armazenamento desse resultado. A forma de implementar a fila, inclusive com Banco de Dados, é transparente ao contribuinte.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:title>NF-e: Serviço Assíncrono, Recibo e Consulta do Resultado</video:title>
    <video:description>Entenda como funciona o serviço assíncrono da NF-e na prática.
Veja por que o recibo é essencial para consultar o resultado depois.

Neste vídeo, explicamos o fluxo assíncrono entre o contribuinte e a Secretaria de Fazenda Estadual: envio da solicitação, recepção pelo Web Service, retorno do recibo, processamento pela NF-e e consulta posterior do resultado.

Capítulos:
00:00 - 1. Envio da solicitação
00:10 - 2. Recepção pela Secretaria de Fazenda Estadual
00:24 - 3. Retorno do recibo
00:36 - 4. Processamento assíncrono
00:48 - 5. Consulta do resultado

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#NFe #WebService #NotaFiscalEletronica #SEFAZ #TecnologiaFiscal

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Transcrição / Narração:
Em um serviço assíncrono, o envio e o resultado não acontecem na mesma conexão. Primeiro, o contribuinte envia a solicitação ao Web Service de recepção. Essa mensagem chega à Secretaria de Fazenda Estadual, onde o sistema identifica o CNPJ do transmissor a partir do certificado digital do transmissor e coloca a solicitação na fila de serviços solicitados. Em vez de devolver o resultado na hora, o contribuinte recebe um recibo com a data e a hora do recebimento. Esse recibo é essencial: o aplicativo do contribuinte deve guardá-lo para usar depois. Enquanto isso, a Secretaria processa a solicitação pelo aplicativo da NF-e e coloca o resultado na fila de serviços processados. Para saber o desfecho, o contribuinte abre uma segunda conexão e consulta o recibo em um Web Service específico. Assim, o recibo liga o envio inicial à consulta posterior do resultado.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:title>Serviço Síncrono na NF-e: Entenda o Fluxo em Uma Conexão</video:title>
    <video:description>Entenda como funciona um serviço síncrono na prática.
Veja como solicitação, processamento e resposta acontecem em uma única conexão.

Neste vídeo, você acompanha o fluxo de comunicação entre o aplicativo do contribuinte, o Web Service da Secretaria de Fazenda e o aplicativo da NF-e. O infográfico mostra como a solicitação é enviada, encaminhada, processada e respondida dentro da mesma conexão.

Capítulos:
00:00 - O que é um serviço síncrono
00:12 - 1. Envio da solicitação
00:24 - 2. Encaminhamento para a NF-e
00:36 - 3. Processamento e retorno
00:48 - 4. Resposta ao contribuinte e encerramento

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#NFe #ServicoSincrono #WebService #NotaFiscalEletronica

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Transcrição / Narração:
Neste infográfico, a ideia principal é entender o funcionamento de um serviço síncrono. Nesse modelo, o aplicativo do contribuinte envia uma solicitação e permanece na mesma conexão até receber o resultado. O fluxo começa no lado do contribuinte, com o envio da mensagem ao Web Service da Secretaria de Fazenda. Em seguida, esse Web Service faz o papel de intermediário: ele recebe a solicitação e a encaminha ao aplicativo da NF-e. A partir daí, o aplicativo da NF-e realiza o processamento e devolve uma mensagem com o resultado para o Web Service. Esse retorno está destacado porque é ele que confirma o processamento dentro do mesmo fluxo de comunicação. Por fim, o Web Service repassa o resultado ao aplicativo do contribuinte. Se não houver outra mensagem a enviar, o próprio aplicativo do contribuinte encerra a conexão. Portanto, o ponto-chave é: solicitação, processamento e resposta acontecem em uma única conexão.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:title>NF-e: Processamento Síncrono e Assíncrono nos Web Services SEFAZ</video:title>
    <video:description>Entenda como a NF-e é processada nos Web Services da SEFAZ.
Veja a diferença entre modelo síncrono, assíncrono, recibo, consulta de resultado e erros.

Neste vídeo, explicamos como o contribuinte inicia a comunicação com os Web Services da Secretaria de Fazenda usando XML e SOAP em canal TLS com autenticação mútua. Você também verá quando o processamento ocorre na mesma conexão, quando exige consulta posterior e quais serviços são citados como síncronos.

Capítulos:
00:00 - Ponto de partida: contribuinte
00:10 - Processamento síncrono
00:22 - Processamento assíncrono
00:36 - Quando usar cada modelo
00:48 - Serviços síncronos citados
00:55 - Desempenho, resultado e erros

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#NFe #SEFAZ #WebServices #XML #SOAP

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Transcrição / Narração:
Neste modelo operacional, a iniciativa sempre parte do contribuinte. É ele quem envia a mensagem aos Web Services da Secretaria de Fazenda, usando XML e SOAP, em canal TLS com autenticação mútua. A partir daí, existem dois comportamentos principais. No processamento síncrono, tudo acontece na mesma conexão: a solicitação é recebida, processada e o resultado volta nessa própria comunicação. Já no processamento assíncrono, o serviço não finaliza a análise naquele momento. Primeiro, confirma o recebimento com um recibo. Depois, o contribuinte precisa abrir uma nova conexão para consultar o resultado. Em geral, os serviços com processamento mais intenso ficam no modelo assíncrono, enquanto os demais seguem o modelo síncrono, conforme a Tabela 4-6. A autorização de NF-e pode ocorrer nos dois formatos. Entre os serviços síncronos citados estão inutilização, consultas, consulta cadastro e registro de eventos. Operacionalmente, há compromisso de processamento de lotes, disponibilidade do resultado e retorno de erros de validação com código e descrição.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:title>MOC 7.0: Como Ler a Tabela do Leiaute XML</video:title>
    <video:description>Entenda como ler a tabela de leiaute XML no MOC 7.0 sem se perder nas colunas.
Veja o que significam Campo, Ele, Pai, Tipo, Ocor. e Tam. na prática.

Neste vídeo, você aprende como a tabela do leiaute de mensagem XML funciona como um mapa para identificar cada tag, seus elementos, tipos de dados, ocorrências permitidas, tamanhos e observações.

Capítulos:
00:00 - O que a tabela descreve
00:08 - Colunas principais
00:18 - Códigos da coluna Ele
00:30 - Tipo de dado
00:40 - Ocorrências permitidas
00:50 - Notação de tamanho

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#MOC70 #XML #LeiauteXML #DocumentosFiscais #TecnologiaFiscal

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Transcrição / Narração:
Ao consultar um leiaute de mensagem XML no MOC 7.0, a tabela funciona como um mapa de cada tag. Em uma linha, você encontra a referência, o nome da tag, o tipo de elemento, quem é o elemento pai, o tipo de dado, as ocorrências permitidas, o tamanho e observações. Algumas colunas merecem atenção. O campo “#” é a referência. “Campo” traz o nome da tag. “Ele” mostra se aquilo é versão, identificador, grupo, grupo exclusivo, elemento ou elemento exclusivo. Já “Pai” indica a tag que contém a tag descrita. Na coluna “Tipo”, os códigos indicam se o conteúdo é alfanumérico, número, data ou data e hora em UTC. Em “Ocor.”, você entende se o elemento é obrigatório ou opcional, e se aparece uma vez ou várias. Por fim, “Tam.” explica limites de tamanho, casas decimais e opções separadas por vírgula.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:title>NF-e e NFC-e: Padrões Técnicos, Certificados e Assinatura Digital</video:title>
    <video:description>Entenda os padrões técnicos que sustentam a comunicação eletrônica da NF-e e NFC-e.
Veja como TLS, SOAP, certificados digitais e assinatura XML entram no processo.

Neste resumo, você confere como o sistema emissor se comunica com os Web Services da Secretaria de Fazenda, quais padrões são usados na conexão, quais certificados digitais são exigidos, como funciona a assinatura digital e quais regras valem para validação e preenchimento do XML.

Capítulos:
00:00 - Comunicação
00:08 - Conexão e mensagens
00:17 - Certificados digitais
00:27 - Assinatura digital
00:38 - Validação da assinatura
00:49 - Regras de preenchimento XML

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#NFe #NFCe #CertificadoDigital #XML #AssinaturaDigital

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Transcrição / Narração:
Neste resumo, a ideia é entender quais padrões técnicos sustentam a comunicação eletrônica da NF-e e da NFC-e. O sistema emissor se comunica pela Internet com Web Services disponibilizados no Portal da Secretaria de Fazenda Estadual, seguindo o WS-I Basic Profile 1.1. Na conexão, entram dois pontos centrais: TLS 1.2, com autenticação mútua por certificados digitais, e mensagens em SOAP 1.2, usando XML no padrão Document/Literal. Os certificados precisam ser X.509 versão 3, emitidos por Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil, dos tipos A1 ou A3, com o CNPJ do proprietário. Para transmitir, usa-se o certificado do responsável pela transmissão. Na assinatura, o padrão é XML Digital Signature, no formato Enveloped, com RSA, SHA-1 e transformações Enveloped e C14N. Depois, a validação verifica integridade, autoria, cadeia de confiança e LCR. Por fim, no XML, tags opcionais sem conteúdo são suprimidas, e números e datas seguem as máscaras definidas no Schema.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:title>Validação de Assinatura Digital: Certificado, LCR e Cadeia de Confiança</video:title>
    <video:description>Como a Secretaria de Fazenda Estadual decide se uma assinatura digital é confiável?
Veja o fluxo essencial de validação de certificados, LCR e cadeia de confiança.

Neste vídeo, você acompanha as principais etapas para aceitar uma assinatura digital com segurança: extração da chave pública, verificação de validade do certificado, montagem da cadeia de confiança conforme a RFC 3280, consulta à LCR, validação do uso da chave e confirmação de usuário final.

Capítulos:
00:00 - 1. Extrair a chave pública
00:07 - 2. Verificar validade do certificado
00:14 - 3. Montar e validar a cadeia de confiança
00:20 - 4. Conferir LCR de cada certificado
00:30 - 5. Validar uso da chave e tipo de certificado
00:41 - 6. Confirmar usuário final
00:51 - Atenção: consulta à LCR
00:56 - Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual

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Transcrição / Narração:
Neste fluxo, a Secretaria de Fazenda Estadual confere se a assinatura digital pode ser aceita com segurança. O primeiro passo é obter, do certificado usado na assinatura, a chave pública que será usada na verificação. Em seguida, é preciso confirmar se esse certificado ainda está dentro do seu período de validade. Depois, vem uma etapa essencial: montar a cadeia de confiança e validá-la conforme as regras da RFC 3280, verificando a relação entre o certificado do usuário final e os demais certificados da cadeia. A conferência também passa pelas LCR, as Listas de Certificados Revogados. Para cada certificado da cadeia, o sistema deve validar a LCR correspondente, conferindo sua integridade e suas datas inicial e final de validade. Outro ponto decisivo é o uso permitido da chave: ela deve estar autorizada para assinatura digital. Nesse critério, somente certificados do tipo A devem ser aceitos; certificados do tipo S não devem ser aceitos. Também é necessário confirmar que o certificado pertence a um usuário final, e não a uma Autoridade Certificadora. Por fim, atenção à consulta da LCR: ela pode ser feita online ou por download periódico, conforme o critério de</video:description>
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    <video:title>Certificado Digital na NF-e: CNPJ, CPF e XML no Padrão ICP-Brasil</video:title>
    <video:description>Quais dados precisam constar no certificado digital usado na NF-e?
Veja quando usar CNPJ, CPF/e-CPF e como validar a assinatura de XML.

Neste vídeo, você entende o padrão obrigatório ICP-Brasil, a identificação por CNPJ em certificado de pessoa jurídica, o uso permitido do e-CPF pela NT 2018.001 e a regra de conferência do CPF quando a finalidade for assinar documentos XML.

Capítulos:
00:00 - Padrão obrigatório
00:10 - Certificado de pessoa jurídica
00:24 - Uso do e-CPF permitido
00:37 - CPF no certificado
00:52 - Transmissão e assinatura de XML

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#NFe #CertificadoDigital #ICPBrasil #eCPF #XML

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Transcrição / Narração:
Neste infográfico, a ideia central é entender quais informações precisam aparecer no certificado digital usado no contexto da NF-e. Primeiro: esse certificado deve seguir o padrão ICP-Brasil. Quando o certificado é de pessoa jurídica, o identificador principal é o CNPJ do titular. Ele deve estar na extensão chamada “Nome Alternativo para o Requerente”, também indicada como “OtherName”, usando o OID 2.16.76.1.3.3. Já para pessoa física, a NT 2018.001 permitiu o uso do certificado digital do tipo e-CPF. Nesse caso, o CPF da pessoa física também deve constar nessa mesma extensão do certificado, mas com o OID 2.16.76.1.3.1. E atenção ao uso prático: o e-CPF pode ser usado para transmissão de dados e/ou assinatura de documentos. Porém, quando a finalidade for assinar documentos XML, o CPF que está no certificado digital precisa coincidir com o CPF do emitente da NF-e. Em resumo: confira o padrão, confira a extensão correta e valide se o identificador do certificado corresponde ao uso pretendido.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:title>Assinatura Digital da NF-e: XML, Certificado e Padrão W3C</video:title>
    <video:description>Entenda como funciona a assinatura digital exigida no XML da NF-e.
Veja certificado, estrutura, algoritmos e pontos de atenção para envio à SEFAZ.

Neste vídeo, explico a finalidade da assinatura digital na NF-e, o padrão XML Digital Signature do W3C no formato Enveloped, os requisitos do certificado digital ICP-Brasil A1 ou A3, a cadeia EndCertOnly e os principais elementos da estrutura da assinatura.

Também abordo algoritmos como RSA com rsa-sha1, digest SHA-1, Base64 e transformações Enveloped e C14N, além de cuidados com elementos que não devem constar ou devem ser evitados.

Capítulos:
00:00 - Finalidade da assinatura
00:08 - Padrão adotado
00:15 - Certificado digital exigido
00:24 - Cadeia e conteúdo do certificado
00:34 - Estrutura principal da assinatura
00:43 - Algoritmos, digest e transformações
00:52 - Elementos que não devem constar ou devem ser evitados

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#NFe #XML #CertificadoDigital #SEFAZ #ICPBrasil

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Transcrição / Narração:
Para enviar uma NF-e ao Portal da Secretaria de Fazenda Estadual, a mensagem XML precisa ser assinada digitalmente. Essa assinatura é o mecanismo que ajuda a comprovar quem emitiu o documento e se o conteúdo permaneceu íntegro. O padrão usado é um subconjunto do XML Digital Signature do W3C, no formato Enveloped: em outras palavras, o bloco de assinatura fica dentro do próprio XML assinado. O certificado digital também segue requisitos específicos: deve conter o CNPJ de um estabelecimento da empresa emissora, ser emitido por AC credenciada na ICP-Brasil e ser do tipo A1 ou A3. Na cadeia da assinatura, o modelo é EndCertOnly, incluindo apenas o certificado do usuário final em X509Certificate, dentro de X509Data, em Base64. A estrutura gira em torno de Signature, SignedInfo, Reference, Transforms, DigestMethod, DigestValue, SignatureValue, KeyInfo e X509Data. Nos algoritmos, observe RSA com rsa-sha1, digest SHA-1, Base64 e transformações Enveloped e C14N. E atenção: alguns elementos não devem constar, enquanto KeyValue e seus co</video:description>
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    <video:title>Certificado Digital na NF-e: A1/A3, CNPJ/CPF e Autenticação Cliente</video:title>
    <video:description>Entenda quais certificados digitais são aceitos na NF-e e como devem identificar o titular.
Veja as regras para assinatura XML, transmissão e Autenticação Cliente.

Neste vídeo, você confere os requisitos do certificado digital no Sistema Nota Fiscal eletrônica: padrão ICP-Brasil, tipos A1 ou A3, identificação por CNPJ ou CPF, uso na assinatura de mensagens/XML e exigência técnica para transmissão com Extended Key Usage de Autenticação Cliente.

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Capítulos:
00:00 - Requisito básico
00:08 - Identificação do titular
00:20 - Uso na assinatura
00:35 - Uso na transmissão
00:50 - Permissão técnica obrigatória na transmissão

#NFe #CertificadoDigital #ICPBrasil #NotaFiscalEletronica

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Transcrição / Narração:
Neste infográfico, o ponto central é o padrão do certificado digital usado no Sistema Nota Fiscal eletrônica. Primeiro: ele deve ser emitido por uma Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil. E os tipos aceitos são A1 ou A3. Depois, vem a identificação do titular. O certificado precisa trazer o CNPJ da pessoa jurídica no campo OtherName com o OID 2.16.76.1.3.3, ou o CPF da pessoa física no OtherName com o OID 2.16.76.1.3.1. A partir daí, observe a diferença entre dois usos. Para assinar mensagens e arquivos XML da NF-e, o certificado deve pertencer a um dos estabelecimentos da empresa emissora e permitir assinatura digital conforme a Política do Certificado. Já na transmissão, ele identifica o aplicativo do contribuinte perante a Secretaria de Fazenda. Nesse caso, deve conter o CNPJ do responsável pela transmissão, que pode ser diferente da empresa emissora. E atenção: para transmitir, também é exigida a extensão Extended Key Usage com Autenticação Cliente.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:publication_date>2026-10-10T09:30:30+00:00</video:publication_date>
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    <video:title>Padrão de Comunicação e Portas de Rede na NF-e</video:title>
    <video:description>Quais portas de rede e protocolos de transporte são utilizados pela NF-e?
Veja a configuração de firewall, porta 443 HTTPS e resolução de DNS.

Neste vídeo, detalhamos os requisitos de infraestrutura e rede para emissão de NF-e: comunicação via porta 443 (HTTPS), regras de firewall para liberação dos endereços das SEFAZ estaduais e do Ambiente Nacional, e tratamento de timeouts e reconexões.

Capítulos:
00:00 - Infraestrutura de Rede na NF-e
00:15 - Porta padrão 443 e protocolo HTTPS
00:30 - Configuração de Firewalls e Proxies
00:45 - Boas práticas de conectividade

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Transcrição / Narração:
A infraestrutura de comunicação da NF-e opera sobre a porta TCP padrão 443 (HTTPS), exigindo que os ambientes corporativos configurem seus firewalls e proxies para permitir o tráfego seguro bidirecional com os servidores das Secretarias de Fazenda e da Receita Federal. O manual recomenda manter rotinas de resolução DNS atualizadas e implementar políticas de retry com backoff exponencial para lidar com instabilidades temporárias de rede.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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    <video:publication_date>2026-10-09T09:30:23+00:00</video:publication_date>
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    <video:title>XML da NF-e: Regras Essenciais para Evitar Erros</video:title>
    <video:description>Entenda o padrão técnico do XML da NF-e em poucos minutos.
Veja regras essenciais para evitar rejeições antes do envio.

Neste vídeo, você confere os principais cuidados com XML 1.0, UTF-8, declaração XML, namespace da NF-e, assinatura digital, TAGs sem valor, otimização do arquivo, validação em Schema XML/XSD e escape de caracteres especiais.

Capítulos:
00:00 - Base do XML
00:07 - Uma única declaração XML
00:15 - Namespace padrão da NF-e
00:22 - Assinatura digital
00:31 - TAGs sem valor
00:37 - Otimização do arquivo
00:46 - Validação antes do envio
00:53 - Caracteres especiais

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#NFe #XML #NotaFiscalEletronica #SEFAZ #TecnologiaFiscal

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Transcrição / Narração:
Neste infográfico, o foco é o padrão técnico do XML usado na NF-e e nas mensagens relacionadas. A base é simples: o documento deve seguir XML 1.0, usar UTF-8 e começar com a declaração ?xml version=&quot;1.0&quot; encoding=&quot;UTF-8&quot;?. Outro ponto importante: cada arquivo deve ter uma única declaração XML. Se houver um lote com outros documentos XML dentro, a declaração fica apenas no início do lote. No namespace da NF-e, atenção ao elemento raiz: deve ser usado xmlns=&quot;http://www.portalfiscal.inf.br/nfe&quot;. Não entram namespaces diferentes nem prefixos como xmlns:nfe. Já na assinatura digital, o namespace próprio deve estar diretamente na tag Signature. Sobre campos sem valor: se o campo não for obrigatório, não inclua TAG numérica com zero nem TAG de caractere vazia. Se for obrigatório, informe a TAG com o valor correspondente. Para reduzir o tamanho do arquivo, remova zeros não significativos, espaços nas pontas, comentários, annotation, documentation, caracteres de formatação e prefixos no namespace das tags de NFe. Antes de enviar, valide a NF-e e as demais mensagens XML no Schema XML/XSD disponibilizado pela Secretaria de Fazenda Estadual. E, por fim, caracteres que afetam o parser precisam de escape: DIAS &amp; DIAS LTDA deve ser informado como DIAS &amp;amp; DIAS LTDA.

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    <video:publication_date>2026-10-08T09:30:16+00:00</video:publication_date>
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    <video:title>Como Funciona a Comunicação da NF-e com Web Services</video:title>
    <video:description>Entenda como a NF-e se comunica entre o contribuinte e as Secretarias de Fazenda.
Veja o fluxo conceitual via HTTPS, Web Services e retorno da solicitação.

Neste vídeo, você acompanha o modelo conceitual de comunicação da NF-e: do ERP, aplicativo de faturamento ou Cliente NFe até os Web Services estaduais, passando por serviços como recepção, consultas, inutilização, cadastro e eventos.

Capítulos:
00:00 - Quem se comunica
00:09 - Início do fluxo
00:18 - Canal e solicitação
00:27 - Um Web Service para cada serviço
00:43 - Resposta na mesma conexão
00:52 - Arquitetura conceitual

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#NFe #WebServices #NotaFiscalEletronica #SEFAZ #TecnologiaFiscal

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Transcrição / Narração:
Neste modelo conceitual, a comunicação da NF-e acontece entre dois lados: de um lado, o ambiente do contribuinte, com seu ERP, aplicativo de faturamento e Cliente NFe; do outro, os Web Services das Secretarias de Fazenda Estaduais. O ponto principal é que o fluxo sempre começa no aplicativo do contribuinte. Ele envia uma mensagem solicitando o serviço desejado ao Web Service correspondente, usando comunicação via HTTPS. Cada serviço oferecido tem um Web Service específico: recepção de NF-e, recepção de lote, consulta de processamento de lote, inutilização de numeração, consulta da situação da NF-e, consulta do status do serviço, consulta de cadastro e registro de eventos. Depois de receber a solicitação, o Web Service retorna uma mensagem ao aplicativo do contribuinte, confirmando o recebimento, na mesma conexão. No lado da Secretaria de Fazenda, a arquitetura conceitual organiza serviços síncronos e assíncronos, transações, filas de mensagens, aplicação NFE e armazenamento das NFEs.

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#NFe #NotaFiscalEletronica #MOC70 #DocumentosFiscais #Magelnet</video:description>
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